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Entenda agora como funciona a exportação de grãos

O mercado interno brasileiro pode ser muito lucrativo se bem explorado, mas entender como funciona a exportação é um caminho essencial para produtores que pretendem expandir o negócio

A exportação de grãos tem sido vista como uma grande oportunidade para o agronegócio no Brasil. Além de reunir os recursos necessários para o cultivo, como condições climáticas favoráveis e milhões de hectares de áreas agricultáveis, o país conta com alta tecnologia na produção. Sendo assim, limitar os produtos ao território nacional restringe o mercado, e é por isso que os maiores produtores rurais têm se dedicado também a exportar suas mercadorias.

Essa estratégia de mercado é muito importante para ampliar as possibilidades. Através dela é possível alcançar a geração e manutenção de emprego e renda, a competição internacional, gerar parcerias comerciais e desafiar os agricultores a se atualizarem em todos os processos. Dentre eles, percebemos o incentivo à implementação de tecnologias que são importantes para o desenvolvimento da agricultura sustentável, buscando respeitar mais o meio ambiente, reduzir custos e elevar a produtividade. 

Quer entender como funciona a exportação de grãos e de que maneira ela deve ser feita? Continue lendo, pois este artigo é para você.

Quais são os tipos de exportação?

Para compreender melhor essa atividade, é preciso saber que existem duas modalidades: a exportação direta e indireta. O que diferencia uma categoria da outra é o fato de ter ou não um intermediário para a ação.

Cada modalidade agrega benefícios diferentes, que devem ser bem analisados pelo produtor antes da escolha do que pode ser ideal para seu negócio. Por isso, é necessário aprofundar um pouco mais nas características de cada uma delas antes da decisão. 

1- Exportação direta

Na exportação direta, o produto é exportado e faturado pelo próprio produtor diretamente ao importador. Sendo assim, o agrícola ou funcionário contratado por ele gerencia todo o processo.

A maior vantagem dessa modalidade consiste nos grandes incentivos fiscais, que podem fazer com que uma alta quantia de dinheiro seja poupada entre impostos e taxas. O produtor pode então aumentar a margem de lucro e a competitividade da mercadoria no exterior, já que são oferecidos preços mais baixos. O produto a ser exportado fica isento do recolhimento de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e não caracteriza incidência do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Estes benefícios também valem para todos os insumos necessários ao processo de produção. 

Já a desvantagem da exportação direta, é o fato de que o agricultor deve ter conhecimento fundamentado sobre os trâmites da exportação, o que pode representar custos adicionais na contratação de profissionais especializados ou no treinamento de colaboradores.

2- Exportação indireta

A exportação indireta é feita por uma companhia ou em associação com outros exportadores, fazendo com que o produtor não chegue a ter contato com o mercado destinatário de seus produtos. Nesse caso, todo o processo é direcionado por trading companies,  empresas constituídas no Brasil que se dedicam exclusivamente à exportação de produtos, fazendo o intermédio entre produtor e comprador internacional.

A grande vantagem desse modelo é que tudo é equiparado pela lei fiscal brasileira à importação direta, sendo aplicados os mesmos benefícios relativos ao IPI e ICMS, além de ter a segurança de trabalhar com empresas que possuem vasto conhecimento do mercado.

Ao mesmo tempo, é perdida a autonomia para escolha de parceiros do seu interesse e decisão de quantidade de demandas. Com isso, não há oportunidade de entender mais sobre o mercado, internacionalizar a própria marca e lucrar mais. Os riscos são menores, mas o retorno também é reduzido.

Agora que você já sabe como funciona a exportação de grãos, os motivos para investir nessa estratégia e quais as opções disponíveis no mercado, que tal se dedicar à expansão do seu negócio? 

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